24/10/2013

Suprema Prova de Hospitalidade

imagem walline.com


“Porque assim diz o Senhor Deus de Israel: A farinha da tua panela não se acabará, e o azeite da tua botija não faltará, até ao dia em que o Senhor fará chover sobre a terra.” (1 Reis 17:14)

Cerca de 22 quilômetros ao norte de Tiro, na cidade costeira de Sarepta, uma viúva atingida pela pobreza inclinava-se sobre a terra ressequida a fim de apanhar alguns cavacos para combustível. A profecia de Elias sobre a seca tinha alcançado pleno comprimento, e ela havia finalmente chegado ao ponto de morrer de inanição. Havia apenas um punhado de farinha deixado em uma panela e um pouco de azeite para cozer um derradeiro bocado de pão para ela e o filho.

Repentinamente, um estranho parou à porta da aldeia e chamou-a. Não tinha nenhuma ideia de quem se tratava. Não estavam em Israel, mas no centro do culto de Baal. A viúva não percebia que uma investigação rigorosa tinha sido feita em busca do estranho, porque ele era um homem procurando. Tudo o que ela sabia era que ele lhe pedia que desse pão antes que ela e seu filho participassem de sua última miserável refeição. Sua hospitalidade jamais havia faltado, mas agora se achava diante de uma prova suprema. Naquele preciso momento ela teve que decidir.

A fim de ajudá-la a fazer a escolha correta, o estranho pronunciou as palavras do nosso texto de hoje. O suprimento alimentar não diminuiria durante o resto da crise. Elias não se havia identificado, nem havia dado qualquer prova de suas credenciais ministeriais. A viúva não tinha nada para seguir exceto a simples promessa de um desconhecido de que isto era a palavra do Senhor Deus de Israel. O milagre, tão maravilhoso que ainda apreciamos ouvir sobre ele, jamais teria ocorrido se ela tivesse se afastado daquelas palavras do homem de Deus. Ela creu, e aquela crença foi o meio pelo qual Deus pode demonstrar Seu poder de operar.

Não havia nenhum sentido em espiar dentro da panela ou sacudir a botija de vez em quando para ver se o milagre aconteceria ou para satisfazer a curiosidade de saber precisamente como isto aconteceria. Ela aceitou a promessa exatamente como Deus quer que aceitemos todas as Suas promessas, sabendo que o Céu responde à fé quando mais necessitamos da resposta.

POR : Pr. João R. de Gouveia & Pra. Izabel Gouveia 


BEIJINHOS
DEUS ABENÇÕE
CLARINA 

Um comentário:

Jussara Neves Rezende disse...

Clarina, eu amo esse trecho que inspirou seu post de hoje! Deus nos sustenta de modos que nem sabemos imaginar!
Querida, apesar da demora, postei hoje a tag com minhas respostas... espero você ;)
Abraço!

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